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quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Três milhões de documentos mofam no arquivo histórico de Floripa
Esta reportagem foi publicada ontem, dia 14 de setembro de 2010, no jornal Diário do Litoral (Diarinho). A matéria denuncia o desrespeito das autoridades de Florianópolis com a nossa história.
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Lançamento do Impasse será amanhã, às19h30, na UFSC
Não esqueçam que o lançamento do Impasse, o documentário sobre o transporte coletivo de Florianópolis e as recentes manifestações contra o aumento da tarifa, será amanhã, dia 16, às 19h30, no auditório da reitoria da UFSC. O vídeo é dirigido pelos jornalistas Juliana Kroeger e Fernando Evangelista. Quem tiver interesse também poderá adquirir uma cópia do documentário durante o lançamento por R$ 15.
Eu estarei fazendo a cobertura dos bastidores. Aguarde as novidades sobre o evento nos próximos dias. Mais informações sobre o documentário Impasse aqui.
Eu estarei fazendo a cobertura dos bastidores. Aguarde as novidades sobre o evento nos próximos dias. Mais informações sobre o documentário Impasse aqui.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Não ganhei o Prêmio, mas...
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| Rodoviária Harold Nielson |
Passava da meia noite de quinta-feira, dia 2, quando consegui pegar no sono. No dia seguinte, partia às 7h com a minha sogra Rose Mere, para participar da solenidade de entrega do Prêmio de Jornalismo Unimed de SC, em Joinville. Eu fui uma das finalistas, na categoria Destaque Acadêmico, subcategoria jornal/revista.
Chegamos em Joinville por volta das 9h15. A primeira coisa que fizemos foi tomar um cafézinho para acordar. Afinal de contas, ainda era madrugada quando levantamos. As estrelas ainda brillhavam e o sol nem dava sinal de que apareceria naquela manhã. Um leve vento sobrava e uma névoa indicava o friozinho que nos acompanharia durante todo o dia.
Nos primeiros minutos em Joinville não comecei bem. Consegui ensopar meu pastel com pimenta, achando que era catchup. A semelhança me enganou, mas ao apreciar o salgado, a temperatura subiu e não deixou dúvidas, era pimenta e das "quentes". Mal me recuperei do susto, pedi outro petisco. Desta vez uma linguiça assadinha, no ponto, como eu gosto. Me aproximei do buffet, que já estavam preparando para o almoço, para pegar farinha. Não sei o que ocorreu, de repente o pote virou todo em cima do meu prato, mesa e no chão. Eu fiquei só com a tampa nas mãos e sem reação, porque não parava de rir da situação. O dono do estabelecimento não viu, mas a minha sogra acompanhou tudo e me chamou rapidinho para sairmos de lá. Quase não consegui comer a "farinha com linguiça". Pouco tempo depois veio o garçom e limpou a lambança, sem saber ao certo o que tinha acontecido. Nós pagamos a conta e saímos de fininho. Por sorte não sugei a roupa, que era a única que tinha levado para a solenidade.
Pagamos um táxi e partimos para o Hotel Prinz, onde seria realizada a premiação. Um lugar muito aconchegante e bem localizado. Fica no bairro Atiradores, bem próximo do Centro de Joinville, diferentemente da Rodoviária, que fica localizada a uns 30 minutos.
Saimos do hotel e andamos alguns minutos até chegar na área central da cidade.Queríamos conhecer um pouco de Joinville, mas o tempo era curto. Voltamos e acompanhamos a premiação. O nervosismo tomou conta de nós. Na minha mesa sentaram a jornalista Ana Paula Flores com a sogra Rosane, a jornalista Marciane Paz, da Rádio Super Condá de Chapecó e a minha sogra Rose Mere. A representante do Oeste viajou 11 horas para participar da premiação.
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| Eu, Rose Mere (minha sogra), jorn. Marciane e jorn. Ana Paula |
Confira os vencedores aqui.
Curiosidades sobre Joinville
Joinville é a cidade mais industrializada e populosa de SC, com mais de 500 mil habitantes. Mas eu consegui contar o número de pessoas que encontrei pelo caminho. Como era uma sexta-feira, início de dia, pode ser que o "povo" estava trabalhando nas indústrias do município.
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| ponto de ônibus de Joinville. No melhor estilo de telhado em V |
A cidade é conhecida como "Cidade do Príncipe", "Cidade das Flores" e "Cidade das Bicicletas". O interessante é que não vi nenhuma bicicleta por lá. Mas acompanhando a história de Joinville descobri que há um museu de magrelas na cidade, que é o único do gênero na América do Sul. Não tive o privilégio de conhecer, mas vale a pena ler um pouquinho sobre o Museu da Bicicleta de Joinville.
Bati algumas fotos, almocei e conheci alguns colegas jornalistas. Não posso deixar de registrar que não faltaram candidatos a deputados na solenidade. Mesmo sendo um evento fechado, com público seleto, alguns médicos, candidatos de Joinville, aproveitaram a oportunidade para marcar presença, com direito a santinho, adesivo e tudo mais.
Não ganhei o prêmio, mas...
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| jorn. Ana Paula, jorn. Michelle Thomé, jorn. Marciane Paz, jorn. Mirian Gasparin, jorn. Marinês Barboza e jorn. Dinah Ribas |
O prêmio, que seria o primeiro da minha carreira, eu não ganhei, mas fiz novas amizades e conheci três jornalistas fantásticas do Paraná, que participam da comissão julgadora. As jornalistas Dinah Ribas Pinheiro - professora de Jornalismo da Universidade Tuiuti do Paraná desde 1994 e assessora de imprensa do BRDE (2004 a 2008); Michelle Thomé - palestrante e consultora em Comunicação e Gestão de Pessoas, jornalista com mais de 15 anos de experiência em veículos como a Rádio CBN Curitiba e a TV Band Curitiba; e Mirian Gasparin, profissional com 36 anos de jornalismo com trabalhos na Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio, Jornal Gazeta do Povo, Rádio BandNews Curitiba, portal Jornale e Universidade Tuiuti.
Sem contar que também tive o privilégio de conhecer outras duas finalistass: as jornalistas Ana Paula Flores, editora do jornal Palavra Palhocense e Marciane Paz, apresentadora e repórter, da Rádio Super Condá de Chapecó.
Eu me considero vencedora por chegar entre os finalistas. Que venham os outros prêmios!!!
Abrigada a todos que torceram por mim.
Leia minha reportagem aqui.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Desequilíbrio emocional gera doenças
Estou entre os finalistas do 9º Prêmio Unimed de Jornalismo de Santa Catarina, na Categoria Destaque Acadêmico, subcategoria jornal/revista.
Neste ano a Unimed recebeu 110 inscrições. Foram 25 inscritos na categoria Destaque Acadêmico, sendo nove para jornal/revista, 12 para rádios e quatro para televisão. Os profissionais de jornalismo foram responsáveis por 85 inscrições, sendo 50 matérias veiculadas em jornal/revista, 15 em rádio e 20 em TV.
Mais informações sobre o Prêmio aqui. Leia a minha reportagem na íntegra logo abaixo.
Torçam por mim!!! Sexta-feira, dia 3 de setembro, estarei em Joinville, conhecendo a cidade, registrando tudo e, se Deus quiser, sendo premiada.
Neste ano a Unimed recebeu 110 inscrições. Foram 25 inscritos na categoria Destaque Acadêmico, sendo nove para jornal/revista, 12 para rádios e quatro para televisão. Os profissionais de jornalismo foram responsáveis por 85 inscrições, sendo 50 matérias veiculadas em jornal/revista, 15 em rádio e 20 em TV.
Mais informações sobre o Prêmio aqui. Leia a minha reportagem na íntegra logo abaixo.
Torçam por mim!!! Sexta-feira, dia 3 de setembro, estarei em Joinville, conhecendo a cidade, registrando tudo e, se Deus quiser, sendo premiada.
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sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Seria mais uma ida ao hospital se não fosse...
São oito e meia da manhã e a ortopedia do Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis, já está lotada. São crianças vindas de todas as partes com fraturas e lesões diversas. Minha missão era levar o sobrinho de 10 anos para retirar o gesso do braço, que ele quebrou jogando bola. O incidente ocorreu no dia em que o Brasil se classificou para as oitavas de final da Copa do Mundo, com o empate de 0x0 contra Portugal.
Quase dois meses se passaram e voltamos ao hospital. O primeiro passo é se dirigir à recepção. Pronto! Agora é só aguardar a médica ortopedista chamar. Os minutos voam e as conversas começam a fluir. Uma coisa todos tinham em comum, um membro do corpo quebrado. Alguns fraturaram jogando bola, outros andando de bicicleta, tinha até quem se machucou correndo. A única certeza que temos é que ninguém estava trabalhando quando o acidente ocorreu.
A maioria das crianças fraturadas é menino e tem entre 9 e 10 anos. Será que são mais levados? Curioso que, geralmente, é o braço esquerdo que sai lesado. A ortopedista disse que não há nenhuma explicação médica para isso.
Entre idas e vindas dentro do hospital já se passaram quase duas horas. O radiologista chama o meu sobrinho e em seguida faz o Raio X. Saímos e aguardamos o resultado. O osso está perfeito, grudou, já pode ser retirado. Finalmente podemos ir embora, mas teremos que voltar dia 10, só para garantir. Partimos, porque a vida segue e eu tinha uma longa jornada pela frente.
Se meu sobrinho estivesse vendo o Brasil jogar naquele dia, este relato não estaria sendo feito, ou talvez, seria mais uma ida ao hospital se não fosse pela quantidade de crianças na espera pelo atendimento.
Quase dois meses se passaram e voltamos ao hospital. O primeiro passo é se dirigir à recepção. Pronto! Agora é só aguardar a médica ortopedista chamar. Os minutos voam e as conversas começam a fluir. Uma coisa todos tinham em comum, um membro do corpo quebrado. Alguns fraturaram jogando bola, outros andando de bicicleta, tinha até quem se machucou correndo. A única certeza que temos é que ninguém estava trabalhando quando o acidente ocorreu.
A maioria das crianças fraturadas é menino e tem entre 9 e 10 anos. Será que são mais levados? Curioso que, geralmente, é o braço esquerdo que sai lesado. A ortopedista disse que não há nenhuma explicação médica para isso.
Finalmente a ortopedista nos chama e encaminha para retirar o gesso e fazer outro Raio X. Mais uma longa espera. Desta vez o local é muito perto do corredor central do hospital. Muitas crianças circulam por ali, com dificuldades ou amparadas por seus pais e enfermeiros, em macas ou cadeiras de rodas. A cena é no mínimo emocionante. É difícil conter as lágrimas. Não suporto ver crianças tão pequenas, muitas delas, nem sabem onde estão e porque sentem tanta dor. Ninguém queria estar lá, muito menos eu. Na nossa frente um menino de aproximadamente sete anos chora insistentemente. Ele tem medo, porque pensa que não vai mais conseguir brincar ou ir para a escola. A mãe tenta o consolar, mas a criança continua gemendo de dor.
Se meu sobrinho estivesse vendo o Brasil jogar naquele dia, este relato não estaria sendo feito, ou talvez, seria mais uma ida ao hospital se não fosse pela quantidade de crianças na espera pelo atendimento.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
"Meu sonho era ser músico"
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| Foto: deolhonacapital |
A frase reveladora, título dessa reportagem, não causaria espanto se viesse de um cantor famoso, um sambista da velha guarda ou um compositor talentoso, mas quando ouvimos de um jornalista com mais de 50 anos de profissão nos causa curiosidade. Foi durante uma palestra na Associação Catarinense de Imprensa (ACI), que Roberto Alves falou sobre o sonho de ser cantor, compartilhou sua experiência profissional e contou um pouco dos projetos futuros. Foi como conhecer o outro lado da moeda ou simplesmente a intimidade do apresentador, locutor e repórter esportivo. O jornalista, simpatizante do Fluminense, estava comemorando 52 anos de profissão, não foi à toa que ele foi o convidado de honra da noite.
O auditório da ACI estava lotado, cerca de 40 pessoas, entre jornalistas e estudantes, aguardavam pela chegada do convidado especial. Na mesa, depois de uma breve saudação do vice-presidente da casa, Roger Bitencourt, sentaram o conselheiro Moacir Pereira, o presidente da Associação, Ademir Arnon e o esperado jornalista.
Roberto Alves começou a conversa quebrando o gelo. “Não vou tornar isso aqui numa literatura oratória”. A idéia era interagir com a platéia. Ele iniciou a palestra contando um pouco da sua vida pessoal, sua infância e algumas histórias, que marcaram todos esses anos de carreira.Alves contou que quando tinha dois anos os pais se separaram. Ele foi criado pela avó, a quem carinhosamente chama de VóGina. Ele aproveita a ambigüidade do nome para arrancar boas risadas do público.
| Foto: Marcelo Bittencourt |
Com 12 anos, o jornalista queria ser jogador de futebol, mas ele só conseguiu realizar o sonho, por alguns meses, três anos mais tarde. Quando completou 14 anos, Roberto Alves trabalhava numa rádio e carregava roupas de um lado para outro, para ajudar a mãe, que lavava roupas para outras pessoas.
O locutor esportivo só teve o primeiro par de sapatos com 16 anos. Quando começou a jogar, com quinze anos, o treinador o incentivava muito, parecia que ele era o preferido do técnico. Três meses se passaram e Alves descobriu que o homem que o treinava era o causador da separação dos seus pais. O garoto, que sonhava em ser jogador, abandonou tudo quando descobriu a verdade sobre o técnico, isso nas vésperas de um jogo decisivo. Até hoje ele é conhecido por ter jogado a bola propositalmente para o goleiro adversário, mas ninguém imaginava o porquê.
O início
Foi no dia primeiro de abril de mil novecentos e cinqüenta e sete que Roberto Alves começou a carreira de jornalista, no primeiro emprego como sonoplasta em uma rádio. Depois foi contratado pela Rádio Guarujá. Lá ficou por 13 anos, até 1971. Na rádio foi apresentador, redator, rádio-escuta e sonoplasta. Fez de tudo e mais um pouco.
Em 1974, Alves já trabalhava na televisão. Foi convidado para substituir João Saldanha, num programa de esportes apresentado minutos antes do Jornal da Globo. Na época, Alves morou no Rio de Janeiro, mas logo voltou para Florianópolis, para trabalhar na extinta TV Cultura.
De volta à Ilha da Magia, o jornalista cobriu vários acontecimentos importantes, três copas do mundo, a inauguração da ponte, além da Novembrada, ocorrida durante a ditadura militar. Alves relembra que gravaram 30 minutos de imagens. Por conta disso, os militares estavam todos atrás da fita. “Nós falávamos que estava com o ministro, mas não estava nada. Era tudo mentira. Não entregamos as fitas”, relembra. O jornalista conta que passaram por momentos difíceis nessa época, de censura no Brasil. “Quando íamos gravar tinha sempre três sensores dentro do estúdio. Eles não falavam nada, só anotavam”, recorda.
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| divulgação |
Nesses 52 de carreira, Roberto Alves já foi homenageado por diversas vezes. Foi o primeiro jornalista catarinense a ganhar o troféu Bola de Ouro, ganhou por três vezes o troféu Jerônimo Coelho, dentre outros.
Alves também foi governador do estado por um minuto e meio, episódio que conta com muito humor. O fato ocorreu por um incrível engano. Alves estava no carro oficial do governo e sentou no lugar do que era para o governador estar. Na hora de sair do automóvel foi recepcionado como governador e pediram a permissão dele para iniciar a solenidade, tocando o hino nacional. Constrangido e sem saber o que fazer ele permitiu. Só depois da melodia tocada é que foi desfeita a confusão.
Alves também foi governador do estado por um minuto e meio, episódio que conta com muito humor. O fato ocorreu por um incrível engano. Alves estava no carro oficial do governo e sentou no lugar do que era para o governador estar. Na hora de sair do automóvel foi recepcionado como governador e pediram a permissão dele para iniciar a solenidade, tocando o hino nacional. Constrangido e sem saber o que fazer ele permitiu. Só depois da melodia tocada é que foi desfeita a confusão.
Roberto Alves comanda um programa esportivo na CBN Diário, que já está no ar há mais de 12 anos, com uma audiência de 12 mil ouvintes por minuto. No momento não tem projetos para o futuro. Quer apenas descansar, fazer o que não fez a vida toda. Mas ele não quer se aposentar, está apenas se preparando para quando o momento chegar. “Você tem que saber a hora de parar”, reflete.
No final da palestra, depois de responder as dúvidas de alguns convidados, Roberto Alves deixou uma mensagem para todos. “É preciso ter muita seriedade na profissão, responsabilidade. O jornalista deve ser sobre tudo verdadeiro”, finaliza.
Em julho deste anos foi lançado o livro sobre a brilhante trajetória do jornalista, “Dás um banho.
Esta reportagem foi escrita por mim em abril de 2009 e atualizada para o blog. Eu ainda não tive a oportunidade de ler o livro, mas acredito que está recheado de histórias interessantes e inspiradoras.
Até a próxima reportagem.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Trinta anos à espera do Tetracampeonato Brasileiro
Esta reportagem especial é sobre o Internacional. Fiz a matéria para a revista Avaí em foco, produzida por acadêmicos de Jornalismo da Faculdade Estádio de Sá e idealizada pelo professor Fernando Evangelista.
Só ressalto que a revista era sobre o Avaí e não do time. Não tivemos nenhum patrocínio na época, apenas conseguimos credenciais para fazer a cobertura do evento. Mas como o Avaí não ganhou, a diretoria nem se mexeu para publicar a revista ou alguma coisa do gênero.
Na época, setembro de 2009, eu estava na oitava fase de Jornalismo, numa correria fazendo meu TCC, mas mesmo assim aceitei o convite do mestre para participar deste desafio.
Um grande desafio porque eu nunca tinha feito uma reportagem sobre futebol e entendo muito pouco sobre o assunto, como a maioria das mulheres.
O interessante é que fiz a cobertura da torcida do Inter e adorei. Um colega, Janine Costa, que é apaixonada por fotografia, topou viajar nesta aventura também. Formamos uma dupla e tanto, eu entrevistando e escrevendo a reportagem e ela tirando as fotos. Janine produziu as fotografias com o maior profissionalismo, dígno de uma fotógrafa consagrada.
Ficamos o dia todo com a torcida. Mas uma semana antes já tínhamos conseguido o ingresso para o carreteiro, que ocorreu horas antes do jogo. E algumas entrevistas já tínhamos feito.
Foi muito emocionante sentir a vibração da torcida colorada, que parecia já saber do resultado muito tempo antes de começar a partida. Mesmo com chuva, a torcida vermelho e branco invadiu a Ressacada e deu um banho de organização.
O Fanático Colorado, o torcedor da foto ao lado, foi um dos entrevistados da reportagem. Consegui marcar a entrevista com ele, dias antes, pela internet.
Está curioso para ler? Acesse a reportagem aqui. Neste link você também pode acessar toda a revista.
Fotos: Janine Costa
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